A raça humana não tem trégua.
A luta pela vida e a manutenção desta tem feito do homem um ser em constante conflito, com o meio ambiente e, principalmente consigo mesmo.
Sob a justificativa de que ao homem cabe o papel de controlar, manter e dominar as outras espécies ele tem produzido no meio ambiente desequilíbrios de tal ordem que estão tirando do planeta as condições básicas para que continue sendo o habitat ideal para os humanos, e tendo como conseqüência à geração de um meio totalmente favorável à proliferação de todo tipo de doenças.
Quando assistimos a ação predatória de alguns povos sobre o meio ambiente (animal, vegetal ou mineral) ficamos com a nítida sensação de que estes predadores não se consideram como seres pertencentes a este planeta e que, por estarem aqui apenas de passagem, não sofreram as conseqüências dos seus atos insanos. Não aceitam limites, não assinam acordos e quando o fazem impõe prazos para mudanças que chegam a nos dar a impressão de que eles possuem um bem elaborado plano de evasão do planeta. E aos que sobreviverem, que resolvam e se adaptem às novas condições.
A economia de mercado, tem sido uma das razões alegadas para justificar os desmandos e as agressões que são feitas ao planeta e conseqüentemente a todos nós. Mas o Mercado não seriam os próprios humanos ou Mercado é algo além do humano?
Temos sido solapados não somente externamente, mas principalmente em nossa possibilidade de manifestação enquanto consciências. Regras para aprender? Não existem limites desde que não usemos outra cartilha.
Somos tratados como seres acéfalos por aqueles que detém o controle da saúde, educação e religião e querem nos fazer crer que sem a presença constante, protetora e determinadora em nossos caminhos não poderemos chegar a lugar algum.
As doenças que hoje acometem a raça humana têm em sua base um ingrediente comum; a incapacidade de se perceber como ser individual. Ficando este vazio que a falta de identidade produz e que hipnóticamente preenchemos com os sedativos, as merendas, e as bênçãos vindas daqueles que detém o controle de tudo.
Consciência global é para criaturas civilizadas como as abelhas ou as formigas, não para a raça humana.
Ser civilizado hoje é:
Buscar o seu próprio caminho desde que ele não seja feito por você mesmo.
A luta pela vida e a manutenção desta tem feito do homem um ser em constante conflito, com o meio ambiente e, principalmente consigo mesmo.
Sob a justificativa de que ao homem cabe o papel de controlar, manter e dominar as outras espécies ele tem produzido no meio ambiente desequilíbrios de tal ordem que estão tirando do planeta as condições básicas para que continue sendo o habitat ideal para os humanos, e tendo como conseqüência à geração de um meio totalmente favorável à proliferação de todo tipo de doenças.
Quando assistimos a ação predatória de alguns povos sobre o meio ambiente (animal, vegetal ou mineral) ficamos com a nítida sensação de que estes predadores não se consideram como seres pertencentes a este planeta e que, por estarem aqui apenas de passagem, não sofreram as conseqüências dos seus atos insanos. Não aceitam limites, não assinam acordos e quando o fazem impõe prazos para mudanças que chegam a nos dar a impressão de que eles possuem um bem elaborado plano de evasão do planeta. E aos que sobreviverem, que resolvam e se adaptem às novas condições.
A economia de mercado, tem sido uma das razões alegadas para justificar os desmandos e as agressões que são feitas ao planeta e conseqüentemente a todos nós. Mas o Mercado não seriam os próprios humanos ou Mercado é algo além do humano?
Temos sido solapados não somente externamente, mas principalmente em nossa possibilidade de manifestação enquanto consciências. Regras para aprender? Não existem limites desde que não usemos outra cartilha.
Somos tratados como seres acéfalos por aqueles que detém o controle da saúde, educação e religião e querem nos fazer crer que sem a presença constante, protetora e determinadora em nossos caminhos não poderemos chegar a lugar algum.
As doenças que hoje acometem a raça humana têm em sua base um ingrediente comum; a incapacidade de se perceber como ser individual. Ficando este vazio que a falta de identidade produz e que hipnóticamente preenchemos com os sedativos, as merendas, e as bênçãos vindas daqueles que detém o controle de tudo.
Consciência global é para criaturas civilizadas como as abelhas ou as formigas, não para a raça humana.
Ser civilizado hoje é:
Buscar o seu próprio caminho desde que ele não seja feito por você mesmo.
José Aparecido

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